Etapa 2:
O eixo móvel presente no centro da estrutura nos permite observar propriedades como a tensão entre as partes, sensações de equilíbrio, imponência, firmeza, instabilidade, entre outros.
Quando o eixo é fino demais temos a impressão de que ele acumula muita pressão da estrutura, dando uma idéia de instabilidade, e essa sensação varia com a posição da base da estrutura. Quando a base está próxima do chão a estrutura parece mais estável, além disso a tensão existente é muito grande, como se a qualquer momento a peça e o chão fossem se encontrar. Por um outro lado, quando a base está próxima do topo do eixo, a tensão existente é quase nula, mas ela parece muito mais instável, quase como se a base estivesse equilibrada no topo.
Ao montar um sólido com um eixo móvel maior podemos observar algumas variações em relação ao eixo fino. A estrutura passa uma idéia de imponência muito maior, além disso, ela parece mais estável. Essa sensação de firmeza pode ser usada para construir prédios comerciais, como bancos, que precisam deixar o cliente seguro e devem mostrar poder.
Etapa 3:
Quando adicionamos um elemento plano ao eixo da estrutura podemos observar outras variações.
Na foto da esquerda podemos observar que essa adição faz com que a estrutura pareça mais estável. Além disso, se for colocada de forma que deixe o conjunto simétrico ela irá dar mais detalhes agradáveis a forma. Já na foto da direita, além de também deixar tudo mais “firme” ela cria uma nova zona de tensão e serve de coroamento.
Na estrutura de eixo maior a adição do plano adiciona as mesmas variações nas sensações, e como o plano possuí uma espessura maior ele também ajuda a aumentar a imponência da forma, uma vez que aumenta a sua altura.
sábado, 7 de abril de 2012
Exercício 2 – Lego (Etapa 2 e 3 – Recuperação)
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